top of page

Este é um espaço de manifestações da comunidade da Faculdade de Medicina da USP, do Hospital das Clínicas e do Hospital Universitário

Passado e presente

Se você é aluno(a) ou ex-aluno(a) da graduação ou pós-graduação, professor(a) ou ex-professor(a) da FMUSP  (cursos de Medicina, Fonoaudiologia, Fisioterapia e Terapia Ocupacional), residente  ou ex-residente, profissional do HC ou HU - assine este manifesto

VEJA QUEM JÁ ASSINOU

Maria Heloisa da Rocha Medeiros
Maria Ines Nogueira
Maria José Machado Mendes
Maria Maeno
Maria Regina de Silos Nakamura
Maria Rita de Cassia Costa Monteiro
Maria Teresa Jahnel
Maria Teresa Mesquita de Faria
Maria de Deus de Oliveira Alves
Maria de Fatima Alves Fernandes
Maria do Patrocinio Tenorio Nunes
Maria Ângela Bianconcini Trindade
Mariana Marques Murakami Leão
Mariana Sineiro Herig
Mariana do Prado Cocozza
Mariangela Correa
Marileide Gonçalves da Cruz
Marilisa Stenghel Froes e Souza
Marina
Marina Alves Martins Siqueira
Mario Ferreira Junior
Marisa Dolhnikoff
Marta Heloisa Lopes
Marta Magalhaes
Martina Rodrigues de oliveira
Marília Ribeiro de Azevedo Aguiar
Mateus Mistieri Simabukuro
Maura Salaroli de Oliveira
Mauricio Edvaldo Battistini Marques
Mauro Gomes Aranha de Lima
Mauro Hegenberg
Mauro Roberto Tucci
Mauro Sizer
Maurício Lucchesi
Maurício Rigatto de Souza Andrade
Maíra Solange Camara dos Santos
Michelle Selma Hahn
Milton Hanashiro
Miria Dall Agnol
Miryan Ribeiro de Lima
Moacyr Eleuterio Junior
Moisés Goldbaum
Monica Mogadouro
Monica de Souza Cardeal
Márcia Affonso Fernandes
Márcia Regina de Almeida Rezende
Márcio Leno Maués
Mário Costa Carezzato
Nacile Daud Júnior
Nana Miura Ikari
Página 1 de 1

MANIFESTO PELA DEMOCRACIA EM NOSSO PAÍS

Atravessamos um difícil período da história, convivemos com constantes ameaças por parte do atual governo, várias concretizadas. São afrontas à democracia que nos afastam da construção de um país mais igualitário onde todos possam ter vida melhor e digna. 
 

O atual governo tem trabalhado contra os interesses da população em todos os campos e isola o país do resto do mundo tanto na economia como na política. 
 

A área da saúde sofre redução de recursos, que aliada à desestruturação do Ministério da Saúde e à condução desastrosa do presidente, contrária ao conhecimento científico e à opinião dos especialistas, resultou em dezenas de milhares de mortes e sequelas evitáveis. 
 

O desprezo pela cultura, pela pesquisa e a educação são marcas deste governo, como também a fome, a precarização do trabalho e a degradação ambiental, não só, mas sobretudo na Amazônia e no Cerrado. Como se não bastasse, o governo estimula o armamento da população sob o argumento de autodefesa, gera confronto sem nenhum sentido com o Poder Judiciário, chegando a ameaçá-lo, e trabalha para deslegitimar o processo eleitoral mesmo sem nenhuma evidência de vicio no processo do voto eletrônico desde sua adoção.
 

Trata-se de um momento decisivo para nós e para a humanidade, visto que o Brasil pode exercer um papel importante de mediação e de pacificação numa conjuntura internacional complexa, como já o fez ao longo de sua história recente. Pode também ser um ator importante na luta contra o aquecimento global e na organização de respostas às emergências de saúde pública que são cada vez mais frequentes. 
 

Em outubro decidiremos entre a continuidade desta devastação cívica, econômica e social e a construção conjunta de um outro caminho, de políticas voltadas a eliminar a miséria, diminuir as desigualdades, garantir direitos, desenvolvimento científico e tecnológico que nos capacite a aumentar nossa potência no cenário mundial, de valorização da educação, do meio ambiente, de nossas riquezas naturais, do Sistema Único de Saúde. Não podemos nos omitir nesta disputa, cujo resultado será determinante para nós e nossas famílias, em uma perspectiva intergeracional.
 

Entre as candidaturas postas, não temos dúvida de que a chapa Lula-Alckmin é a que apresenta viabilidade eleitoral para reconstruir os pilares de nossa democracia e de uma sociedade que se caracterize pela atenção e diminuição das iniquidades sociais e econômicas, da intolerância e da violência. 

São Paulo, 8 de agosto de 2022

bottom of page